Presidentes da FIEPB e do Instituto Amazônia+21 assinam contrato para atrair investimentos para a Caatinga

Um contrato de cooperação assinado nesta segunda-feira, 18/08, pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba – FIEPB, e da Associação Nordeste Forte, Cassiano Pereira, com o presidente do Instituto Amazônia+21, Marcelo Thomé, deverá tornar o bioma Caatinga, no Nordeste Brasileiro, um ambiente de investimentos de alto impacto socioambiental, com linhas de fomento para impulsionar soluções sustentáveis, por recursos de capital comercial e filantrópico.

O documento assinado oficializa o início da cooperação da FIEPB com o Instituto Amazônia+21 para a expansão da Facility de Investimentos Sustentáveis (FAIS) na Caatinga. O bioma exclusivamente brasileiro ocupa 11% do território nacional e abriga uma rica biodiversidade, energias renováveis, turismo sustentável e ainda espécies endêmicas, ou seja, que só existem nele.

“Há um ano, quando assumi a presidência da FIEPB, eu sempre enxerguei a Caatinga como um bioma com grande potencial. E hoje estou realizando um sonho, aqui em Campina Grande, na sede da nossa Federação, trazendo recursos para impulsionar o nosso bioma, por meio da assinatura da cooperação com o Instituto Amazônia+21, que criará estratégias de investimento adaptadas às cadeias produtivas locais e nos ajudará na captação de recursos que promoverá impacto socioambiental positivo, e contribuirá com soluções sustentáveis, para a nossa região Nordeste”, disse Cassiano Pereira.

O presidente do Instituto Amazônia+21 falou da parceria com a FIEPB, para expansão da FAIS, e os resultados que serão gerados.

Foto: Assessoria

“Através do seu convite, presidente Cassiano, estamos aqui para promover a expansão da Facility Investimentos Sustentáveis e para a criação do Fundo Catalístico Caatinga. E eu tenho a absoluta convicção de que vai ser um instrumento disruptivo para financiar projetos sustentáveis, e que colaborarão fortemente com a conservação da Caatinga, e mais que isso, permitirão a recomposição desse bioma tão importante para o Brasil, e sobretudo para o Nordeste”, ressaltou o presidente do Instituto Amazônia+21.

A solenidade de formalização do contrato, aconteceu na FIEPB, em Campina Grande, e contou com a presença de industriais, pesquisadores do Instituto Nacional do Semiárido – INSA, representantes da AESA, do Consórcio Nordeste, UFCG, UFPB, de diretores da Federação, e do vice-prefeito do município, Alcindor Vilarim.

Na ocasião, consultores do Instituto Amazônia+21 apresentaram a sistemática da Facility, que mobilizará recursos para potencializar o desenvolvimento, agregando valor ao bioma Caatinga, por meio da atração de investimentos privados.

O acordo prevê, entre outras coisas, a modelagem técnica da FAIS na Caatinga, incluindo: a criação de estratégias de investimento adaptadas às cadeias produtivas locais; arquitetura financeira com instrumentos como equity, dívida e garantias; mecanismos de redução de riscos para atrair capital privado; governança integrada ao Fundo Catalítico da FAIS, além de assessoria jurídica especializada para garantir segurança nas operações e na captação de recursos.

A execução das etapas de modelagem da Facility de Investimentos Sustentáveis ocorrerá seguindo um cronograma de 5 meses, e haverá a seleção de gestores que terão o poder de deliberação para operacionalizar os fundos.

A iniciativa consolida a FAIS como uma das principais plataformas de investimento de impacto no Brasil, conectando mercados, políticas públicas e inovação socioambiental.

Foto: Assessoria

Related posts

Mais de 300 mil pessoas passaram pelo Parque do Povo nos quatro primeiros dias do Maior São João do Mundo

Com Brahma, Campina Grande faz São João que une duas paixões brasileiras: o forró e o futebol

O Maior São João do Mundo: Primeiro “sextou” reúne multidão no Parque do Povo