Prefeitura realiza campanha de doações de livros para a Casa de Acolhimento Irmã Zuleide Porto

A fim de melhorar a autoestima e abrir novos caminhos na vida de pessoas em situação de rua, a Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria de Assistência Social (Semas), está incentivando doações de livros, por parte da população, para a biblioteca da Casa de Acolhimento Irmã Zuleide Porto. A Campanha “Incentive a Leitura”, que teve início no dia 28 de junho, faz parte do projeto de alfabetização, que está acontecendo na Unidade desde o último mês de maio.

Além de livros, as doações podem envolver revistas, gibis e materiais didáticos impressos, que podem ser entregues na Unidade, situada à Rua Dom Pedro II, 970, no bairro da Prata. Para quem não pode se deslocar até o espaço, as equipes da Unidade buscam as doações. Neste sentido, é só agendar a entrega pelo telefone: 3310-6811 ou entrar em contato com o serviço pelo Instagram: @irmazuleideporto.

Foto: Codecom

Conforme o coordenador da Unidade, Itallo Jeronimo, essa proposta veio para complementar o trabalho de iniciação à leitura. “Nós amadurecemos a ideia de trabalhar a alfabetização com os usuários, aprimorando, assim, com uma forma de aumentar os conteúdos para incentivá-los a ler cada vez mais. Por isso surgiu essa Campanha. Nós já temos vários usuários demonstrando a felicidade de escrever o próprio nome e isso nos motiva a dar continuidade aos projetos”, disse o coordenador.

“Essas doações vão ampliar nossos métodos, pois atualmente usamos uma metodologia de ensino dinâmica, usando brincadeiras. A ideia é atraí-los de forma mais lúdica, para que eles saiam daqui com maior vontade de continuar a leitura e associar o prazer desse hábito com momentos leves e descontraídos, em meio ao dia a dia”, contou o educador Edgard Pereira, que está ministrando as aulas.

Sobre o Projeto de Alfabetização

O Projeto de Alfabetização para pessoas acolhidas pelo espaço Zuleide Porto, da Prefeitura de Campina Grande teve início em maio do ano corrente, após a equipe da casa identificar que pessoas acolhidas ainda utilizavam a assinatura pela digital, uma vez que não sabiam escrever os próprios nomes. Desde então, usuários já têm aprendido a escrever e têm contínuos estímulos para desenvolver os hábitos de leitura e escrita.

Foto: Codecom

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