Pacote de obras é revolução de crescimento para toda Campina e votar contra é penalizar população

Certos argumentos não se sustentam justamente como um risco na água. Um desses argumentos insustentáveis é o que foi apresentado por representantes da bancada de oposição na Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG) na análise do Projeto de Lei (PL) enviado pelo Poder Executivo solicitando a autorização para que o município contraísse um empréstimo na ordem de US$ 62 milhões para investimentos em obras de infraestrutura que prometem realizar uma verdadeira revolução na Rainha da Borborema.

A análise de alguns vereadores de oposição é que o prefeito Bruno Cunha Lima tenta investir recursos em obras, mas se recusa por exemplo a conceder o aumento que foi solicitado pela categoria dos professores municipais, que chegaram inclusive a deflagrar uma greve. Não se sustenta essa afirmativa porque o que se espera com a realização das obras é a geração de benefícios que atenderiam mais de 400 mil pessoas, pensando em priorizar apenas uma categoria profissional, que inclusive já recebeu da gestão a garantia de uma reposição salarial na casa dos 10%.

Foto: Codecom

Apesar das tentativas de barrar o empréstimo que permitirá Campina avançar em inúmeros setores, o mais provável de acontecer é que o projeto seja aprovado pela maioria da Casa de Félix Araújo, já que a bancada situacionista recebeu de maneira muito amistosa o detalhamento do projeto apresentado pelo próprio prefeito em reunião nesta sexta-feira.

Fazem parte da lista de obras, a revitalização do Açude Velho; a implantação do Parque Ecológico do Poeta; requalificacão completa da Feira Central; urbanização da orla do Açude do Bodocongó; requalificação do Parque Evaldo Cruz (Açude Novo) e sua integração ao Parque do Povo; implantação de nove terminais de integração; urbanização de mais de 240 ruas, entre outras intervenções de peso, como a transformação da Estação Velha, no Centenário, que contemplará a implantação de um espaço de convivência.

A realização dos investimentos a partir de agora só é possível porque Campina Grande, em 2021, pela primeira vez em sua história, conseguiu atingir a nota máxima do Tesouro Nacional por sua capacidade de pagamento nível A, ou seja, com avaliação máxima em seu padrão de endividamento baixo, maior nível de poupança corrente e liquidez.

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